
Em 2024, mais de 414 mil hectares de canaviais foram destruídos no Centro-Sul — R$ 2,67 bilhões em prejuízo e uma quebra de safra estimada em 15%.
Quem calcula só a cana queimada enxerga cerca de um quarto do prejuízo. O custo real soma três camadas.
Perda de ATR pela colheita antecipada e deterioração da cana queimada, queda de eficiência industrial e replantio de falhas de brotação.
Autuação por queima em área agropastoril. Sozinha, costuma superar toda a perda operacional da safra.
A soqueira queimada perde vigor: queda de produtividade de 3% a 6% nos cortes seguintes, trazida a valor presente.
Resultados reais, medidos em campo.












Com base no histórico de perdas de cada operação, o retorno aparece já na primeira safra.
A cada R$ 1 investido em prevenção, até R$ 14,90 que hoje virariam fumaça ficam na sua operação.
Plataforma completa para grandes usinas e grupos integrados, com equipe operacional própria.
Monitoramento 24/7 com central humana — para cooperativas, grupos médios e produtores independentes.
Conheça o FAS →Para propriedades acima de 290 hectares, o monitoramento 24/7 passou a ser obrigação legal. O registro de cada alerta e ação do PANTERA é a prova de diligência que pode reduzir ou excluir a responsabilidade da usina em uma autuação.
Esse número é o ponto de partida. Nossos especialistas calculam com você o ROI da prevenção para a sua área.
← Voltar para a home