Historicamente, incêndios em áreas rurais e florestais eram tratados como eventos excepcionais e distantes. Mas o cenário mudou drasticamente. O fogo se tornou um dos principais riscos operacionais e financeiros para o agronegócio e projetos florestais no Brasil.
Com fenômenos climáticos extremos atuando como aceleradores (o chamado "fogo climático"), ignições que antes eram controláveis rapidamente se transformam em sinistros de grandes proporções. A conta do despreparo está cada vez mais alta.
Quando o fogo atinge uma propriedade, a maioria dos gestores contabiliza apenas o que foi queimado (a cana, o pasto, o eucalipto). Contudo, o custo do prejuízo é muito mais profundo e se divide em 4 camadas de perdas:
(Leia mais sobre Multas e o novo Decreto do Fogo e veja os impactos de 1 hectare queimado em Cana e Eucalipto).
O Retorno sobre Investimento (ROI) da prevenção não deve ser calculado apenas pelo valor da tecnologia adquirida, mas pelo gigantesco passivo que ela ajuda a evitar. Quem tem apenas câmeras genéricas na operação tem, no máximo, a imagem do prejuízo em alta definição.
Para garantir a proteção real de ativos e da receita, é necessária uma inteligência operacional ativa:
O resultado? Nossos parceiros registram uma redução de até 85% do tamanho das áreas queimadas. O incêndio não começa com o fogo, começa com a falta de preparo. Proteger a sua operação deixou de ser uma questão apenas ambiental e tornou-se a decisão financeira mais estratégica do negócio.
O sistema PANTERA detecta incêndios em menos de 3 minutos, protegendo operações e garantindo o compliance.